A importância na conservação das abelhas

February 5, 2018

O ecossistema mais rico em espécies de fauna e flora, são as florestas, onde cerca de um terço da biodiversidade encontra-se em território brasileiro, como a Floresta Amazônica que além de ser a maior floresta tropical é a maior reserva genética do mundo; Mata Atlântica, cerrado, entre outros.

 

Em ambiente natural, é decisivo para a sobrevivência das abelhas, a conservação das árvores onde servem de locais para abrigar seus ninhos. Além de haver enorme importância ecológica, a ação do desmatamento, tem dizimado várias espécies, por resultar na escanceis dos recursos florais responsáveis pela alimentação dos polinizadores e outras espécies, além da destruição dos enxames abrigados nas árvores.

 

 Jataí (Tetragonisca angustula); Créditos: Planeta inseto.

 

 

No Brasil, existem aproximadamente 300 espécies de abelhas pertencentes à meliponídeos, chamadas popularmente de abelhas sem ferrão, onde apresentam grande variedade na colocação, tamanho, forma, hábitos na de construção seus ninhos, e quantidade de indivíduos que formam os ninhos, nutrindo uma relação estreita onde vivem na natureza. Vastamente diversificado, com natureza e categorias climáticas, o Brasil tem dimensões tropicais, onde a disseminação dessas abelhas está bastante regionalizada, e espécies de abelhas de região para região podem não ser localizada em outra. Porém, poucos tem o conhecimento sobre estas informações.

 

Porém, as abelhas, cumprem um papel muito importante de feitios econômicos e igualitários, mas especialmente em parâmetros ecológicos. Por isso, a importância de medidas conservacionistas urgentes, pois são essenciais na polinização e manutenção da nossa vegetação, permitindo a produção, indireta de sementes de várias espécies, muitas das quais fundamentais para a alimentação humana. Por tanto, sem a participação das abelhas, algumas de nossas espécies de fauna e flora podem entrar em um grande desequilíbrio ecológico, podendo inclusive chegar à extinção.

 

 

 

 

Referência: PIMENTEL, et al. Manual básico de meliponicultura. 42 p. 2017.

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